SVB: Nubank, Inter e C6 afirmam não ter exposição ao banco

Depois do Nubank (NU), Inter (INTR) e o C6 afirmaram nesta segunda-feira (13) que não possuem qualquer exposição ao Silicon Valley Bank (SVB).

O SVB é o banco americano que foi alvo de intervenção por reguladores do estado na sexta-feira. Os reguladores nomearam o FDIC (órgão similar ao FGC aqui no Brasil) como administrador do SVB dali em diante.

O banco era o 16º maior dos EUA até então e possuía cerca de US$209 bilhões em ativos.

“O Inter informa que a companhia e suas subsidiárias não têm e nunca tiveram qualquer exposição e/ou relação comercial com o Silicon Valley Bank”, diz o banco controlado pela família Menin, que é listado em bolsa nos EUA.

Por outro lado, o C6 também destaca que “nunca teve nenhum tipo de relacionamento ou exposição ao SVB. Outra instituição a se pronunciar sobre o caso foi a Pagseguro, que afirmou em comunicado que “nem a companhia nem qualquer de suas controladas possuem exposição ao Silicon Valley Bank”.

O Nubank foi o primeiro banco digital a divulgar informações ao mercado a respeito da quebra do SVB. Em nota divulgada no sábado (11), a fintech, que é listada em bolsa de valores nos EUA, destacou que não tinha qualquer exposição ao banco do Vale do Silício.

PREOCUPAÇÃO

Todas essas manifestações surgem após a quebra do SVB, porque o banco atuava com muitas fintech’s latino-americanas. Gestoras de Venture Capital e diversas startups de tecnologia financeiras possuíam contas e recursos depositados no Silicon Valley Bank, inclusive suas subsidiárias brasileiras.

Assim, surgiram rumores, muitas vezes infundados, de que as fintechs brasileiras poderiam estar em perigo, os bancos digitais têm vindo a público se comunicar a fim de tranquilizar clientes, acionistas e o mercado em geral.

Ontem (12), autoridades americanas (Treasury, FDIC e FED) soltaram um comunicado em conjunto afirmando que:

  • Estão garantidos todos os depósitos no SVB e Signature Bank (também liquidado);
  • Acionistas e certos detentores de dívidas sem garantia não serão protegidos;
  • Será criado um programa de empréstimos para bancos

Cancelar notificações